Eu me assusto. Como assim? Como você não está mais aqui? O normal é você estar lá no Engenho trabalhando e nos domingos nos encontrarmos. Como assim? Como não ter o teu abraço? Como não te tocar? Se eu te tenho na memória nitidamente. É tão viva a memória que por uns instantes se fechar os olhos eu sinto teu abraço apertado meio tímido, meio rústico. É tanta confusão. Eu não posso fugir da realidade, mas me apetece, só para viver novamente na faixa de tempo em que você estava aqui.
Até me acostumar como disse Cris Guerra todos os dias sua partida dói novamente, porque ao acordar e constatar que você se foi eu sofro sua morte outra vez e outra vez e assim vamos indo.
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